Homeostase

Controle térmico

Animais pecilotérmicos, ectotérmicos ou heterotérmicos

Não tem mecanismo interno de regulação de temperatura, dependendo de seus hábitos comportamentais. Esses animais têm uma maior variedade de enzimas, que funcionam em diferentes temperaturas.

Animais homeotérmicos

Mamíferos e aves têm mecanismos internos de regulação de temperatura. O equilíbrio é mantido pelo calor produzido por seu metabolismo e o calor ganho ou perdido para o ambiente externo.

Esses animais produzem calor quando transformam quimicamente a energia dos alimentos ingeridos. A dissipação do calor é função das condições ambientais externas, ocorrendo por condução, convecção, radiação e evaporação, manifestando-se fisiologicamente por fenômenos como: vasodilatação, variação da taxa respiratória, variação da taxa de sudorese, piloereção, variação das condições da alimentação e alterações comportamentais.

 

Respiração

oxigênio → Pulmão → capilares (por concentração) → Hb + O2 → HbO2 → HbH+ + O2→ tecidos

gás carbônico → tecidos → sangue → CO2 + H2O → H2CO3 → H+ + HCO3

Ou  → Pulmão (por concentração) → ar                                            solução tampão                                                                                                                                                            previne as variações de pH no sangue

Quando o nível de aumenta no sangue, o bulbo envia impulsos nervosos em direção aos músculos respiratórios, promovendo inspiração e expiração mais rápidas e mais profundas. Isso leva à diminuição do nível de e ao conseqüente aumento no nível de

Obs.: O monóxido de carbono (CO) se liga muito estavelmente a hemoglobina, praticamente não se dissociando. As hemoglobinas ligadas a CO ficam, então, inutilizadas. Por isso que a inalação de CO pode levar a morte do indivíduo.

 

Regulação da glicose

Glicogênese: Quando há uma alta taxa de glicose no sangue, a célula beta do pâncreas libera insulina. A insulina determina maior velocidade da captação de glicose pelos tecidos, estimula a transformação de glicose em glicogênio no fígado e músculo e estimula a transformação de glicose em lipídeos, que serão estocados no tecido adiposo.

Glicólise: É a sequência metabólica na qual a glicose é oxidada, produzindo duas moléculas de piruvato ou ácido pirúvico, duas moléculas de ATP e dois equivalentes reduzidos de (transportador de elétrons utilizado na produção de ATP).

Glicogenólise: Quando há uma baixa taxa de glicose no sangue, a célula alfa do pâncreas libera glucagon. O glucagon determina a degradação do glicogênio hepático e muscular em glicose, estimula a mobilização de gorduras (os lipídeos acumulado no tecido adiposo são lançados no sangue) e estimula a transformação de aminoácidos, lactato e glicerol em glicose (gliconeogênese).

Obs: diabete melittus é uma doença que se caracteriza pela pequena ou nula produção de insulina, ou seja, os tecidos não captam a glicose.

Obs2: A glicose é utilizada pelos neurônios e hemácias, os demais tecidos consomem lipídeos.

 

Regulação de substâncias

Transporte passivo: O transporte passivo envolve mecanismos de difusão e não requer gasto de energia. Pode ser por difusão simples, que não envolve transportador da membrana e esta é totalmente permeável à substância (ex: gases). Ou difusão facilitada, quando a membrana é pouco permeável à substância (ex: glicose), fazendo-se necessária a enzima transportadora permease.

Transporte ativo: Ocorre contra a diferença de concentração e requer um transportador de membrana, exige plena atividade metabólica.

Endocitose: Entrada de partículas maiores. Pode ocorrer por fagocitose, ocorre com partículas sólidas, é quando a membrana plasmática projeta pseudópodos que englobam a partícula, formando o fagossoma. Ou por pinocitose, que ocorre com partículas líquidas, a membrana sofre invaginações, que englobam a partícula, formando o pinossoma.

Exocitose: Saída de partículas maiores por intermédio de vesículas internas.

Obs.:

Difusão: Os movimentos casuais tendem a gerar um fluxo de partículas da região onde esta está mais concentrada para a região onde está menos concentrada.

Osmose: É a difusão da água. Obs. Pressão osmótica: Quanto maior a concentração de solutos de uma solução, maior será sua pressão osmótica. Quando a célula perde muita água por osmose ela sofre plasmólise. Quando uma célula animal ganha muita água por osmose ela sofre plasmoptise e se rompo, a parede da célula vegetal a protege de se romper, mas ela sofre turgência, parando de permitir a entrada de água a partir de um ponto. Soluções isotônicas têm a mesma quantidade de água que a célula, soluções hipertônicas têm menos água que a célula e soluções hipotônicas têm mais água que a célula.

Exemplos:

Peixes de água doce – São hipertônicos em relação ao ambiente, têm tendência a receber água por osmose. Para não inchar esses peixes não bebem água e eliminam grandes quantidades de urina muito diluída.

Peixe de água salgada – São hipotônicos em relação ao meio, têm tendência a perder água por osmose. Para não desidratar esses peixes bebem muita água, apresentam urina extremamente concentrada e eliminam o excesso de sais por transporte ativo.

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