Fisiologia vegetal – Relações hídricas

Absorção radicular: As raízes, além de aturem como elementos de fixação e sustentação, são responsáveis pela absorção de água e nutrientes do solo. A principal região de absorção da raiz é a zona pilífera, onde os pelos e ausência de cutícula facilitam a entrada de água através dos seguintes mecanismos:

                – Pressão osmótica: A raiz promove, por transporte ativo, a entrada de sais minerais em seus tecidos, se tornando hipertônica. Isso promove a entrada de água por osmose.

Capilaridade: Um mecanismo mais rápido e sem gasto de energia é a entrada pelas paredes celulares, pois essas são formadas por celulose, substância que absorve água facilmente.

Transporte de Seiva Bruta no Xilema: A seiva bruta é conduzida desde a raiz até os órgãos fotossintetizantes, logo, contra a força da gravidade, através dos seguintes mecanismos:

Pressão positiva da raiz: A entrada de água por osmose empurra a coluna de seiva bruta, promovendo sua subida.

Capilaridade: A celulose da parede dos vasos do xilema “puxa” a água de baixo para cima, auxiliando a subida da seiva bruta.

Tensão – coesão – transpiração: A água é uma substância extremamente coesa, sua transpiração faz com que se crie uma pressão que “puxa” mais água para cima.

Transporte de Seiva Elaborada: O açúcar produzido na fotossíntese é inicialmente armazenado como amido nos cloroplastos. Posteriormente ele é convertido em sacarose e lançado no floema. A água sobe por pressão osmótica às células do parênquima clorofiliano, seu excesso volta, então, para as células da raiz, carregando a sacarose consigo.

 

Transpiração foliar

As folhas necessitam de  para fotossíntese, no entanto são impermeabilizadas pela cutícula que permite um nível mínimo de trocas gasosas. Portanto, as trocas gasosas só são possíveis através dos estômatos.  A taxa de transpiração aumenta com a temperatura, com o ar seco, com a ventilação, com a superfície foliar e diminui com a espessura da cutícula.

Estômatos:

 

Regulação de abertura: Quando há plena disponibilidade de água as células dos estômatos ficam túrgidas e abrem, levando a uma maior taxa de transpiração. Quando há luz, a fotossíntese aumenta e a abertura do estômato se torna necessária a fim de permitir a chegada de  aos parênquimas clorofilianos. O mesmo ocorre quando o nível interno de tal substância é muito baixo. Já quando a temperatura se eleva, os estômatos se abrem, permitindo a saída de água e o resfriamento da planta.

Mecanismo fotoativo: Na presença de luz, as células-guarda fazem fotossíntese, o que aumenta o nível de glicose na célula. Ao mesmo tempo, ocorre um consumo de que torna o meio alcalino, favorecendo a degradação do amido em glicose. O acúmulo de glicose torna o meio hipertônico, promovendo a entrada de água por osmose, o que faz com que a célula fique túrgida e os estômatos se abrem.

Adaptações das plantas à disponibilidade de água no meio

Adaptações morfológicas – higroformismo (excesso de água no meio) VS xeromorfismo (falta de água no meio).

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